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O que é a “BUSCA PELO 5” que ocorre em alguns países?

Por Dr. Paulo Aligieri

O controle da cadeia de frio tem enorme importância para conservação dos imunobiológicos e manutenção da sua qualidade, mas ainda há detalhes pouco lembrados  pelos profissionais que atuam na área. Para garantir maior difusão destes dados essenciais, justifica-se a freqüente inclusão de atividades didáticas sobre a cadeia de frio nos eventos da SBIm ou dos congressos de Pediatria. Também se impõe a necessidade de treinamento em serviço, não só dos profissionais em contato direto com as vacinas e outros imunobiológicos, como também daqueles que eventualmente podem, por equívoco, interromper a cadeia, como é o caso do pessoal da faxina e outras manutenções.

Este arrazoado explica a presença freqüente da Sra Mirian M. Moura nestes eventos. Ela é uma enfermeira de Saúde Pública, Membro da Comissão Permanente de Assessoramento em Imunização da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo e já foi superintendente do Fomento para Imunizações – Fesima, tendo acumulado não apenas grande conhecimento dos problemas da cadeia de frio como da melhor forma de levar este conteúdo aos profissionais interessados. Em breves palavras, eis algumas das recomendações mencionadas pela especialista em suas palestras:

Embora o diluente não precise de conservação continuada exigida pelo imunobiológico, ele deve estar entre 2ºC e 8ºC no momento do uso. Ressalte-se a exceção: o diluente da vacina contra rotavírus que deve ser mantido nesta faixa estreita. A expressão “temperatura ambiente” deve ser entendida como não acima de 25ºC.

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Moura, MM. Conservação correta das vacinas. Cadeia de frio é indispensável mas gelo requer cuidado. VACINAÇÃO 2007;11(1):18-21.

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